Phillipp, Adrija e Linda: a partilha de quem esteve por cá…

O Phillipp, a Adrija e a Linda chegaram em Outubro de 2010. Trouxeram consigo sonhos, ideias, projectos. Na APCC, trabalharam com a deficiência e incapacidade, durante seis meses. Em Março de 2011, regressaram aos seus países. Levaram consigo conhecimentos, amizades e tantos sorrisos. A partilha, agora, é a deles.

Philipp Chmel | 19 anos | Alemanha


Colaborou na: piscina, hipoterapia; Quinta Pedagógica - O Caracol; refeitório.
Na APCC “Esperava trabalhar mais no exterior, mas foi impossível devido ao Inverno. Aprendi que não são só as grandes actividades que importam. Aprendi muito sobre como trabalhar com pessoas com deficiência. O trabalho na residência ensinou-me a lidar com um grupo e a ter compromissos.”
Portugal / Os portugueses “As pessoas são muito mais relaxadas em vários aspectos. O tempo é menos importante. Come-se mais tarde e tudo demora mais tempo”.


Adrija Antaityté | 23 anos | Lituânia


Colaborou na: piscina; hipoterapia; Quinta Pedagógica - O Caracol; refeitório.
Na APCC “Assisti durante grande parte do tempo os professores nas actividades educativas. Ajudei os alunos nos workshops e, quando havia saídas, ajudei no transporte dos alunos. Penso que trouxe novas ideias. Aprendi muito sobre deficiência, paralisia cerebral, hipoterapia e até sobre como fazer sopa biológica.”
Portugal / Os portugueses Estão sempre atrasados, o que não é necessariamente mau. Falam e trabalham de forma diferente. O país, a natureza e a comida são diferentes”.


Linda Brüske |19 anos | Alemanha


Colaborou na: piscina; hipoterapia; refeitório; unidades residenciais; zarabatana.
Na APCC Foi exactamente como esperava. Antes de vir, pensava que seria muito difícil trabalhar com crianças com deficiência, tratá-las da forma correcta, ensiná-las… Perguntava-me: são felizes? Não demorei muito tempo a dar-me conta de que estas pessoas são felizes. Falei com algumas que me disseram: Linda, eu sou feliz. Não tenho nenhuma razão para não o ser.
Portugal / Os portugueses Europa é Europa. Não existem grandes diferenças entre os países. Há sim pormenores, como o tempo, o chegar a horas ou a comida. Houve portugueses que me disseram que é falta de educação comer tudo. Na Alemanha é ao contrário, se deixarmos um resto é como se disséssemos ‘não gostei’”.